Nova Fronteira

Resenha: Nêmesis

28 fevereiro


Eu já sou fã assumida da Agatha Christie e estou gostando cada vez mais dos livros dela. A Miss Marple no livro Nêmesis está simplesmente incrível. Eu adorei o livro, me surpreendeu do início ao fim.  
 Miss Marple já é uma senhora de idade avançada e com a saúde um pouco frágil, apaixonada por jardins e um tanto digamos curiosa. Como de costume todas os dias ela folheia o jornal e sempre ler as notas de nascimento, casamento e falecimento. É pelo jornal que ela fica sabendo da morte de Jason Rafiel, o nome a intriga e ela tem a impressão de que o conhece. Aos poucos vem a sua memória o momento exato que o conheceu, a um pouco mais de um ano antes em uma viagem para as Antilhas onde junto com a sua colaboração impediram um crime (essa história é contada no livro Mistério no Caribe).
Uma semana se passou desde que Miss Marple leu a notícia do falecimento do Sr Rafiel, ela recebe uma carta do escritório de advocacia que prestava serviço para ele pedindo que comparecesse para a uma reunião, ela fica intrigada e movida pela curiosidade aceita ir na reunião. Quando se apresenta no escritório de advocacia Miss Marple descobre que o Sr. Rafiel deixou uma herança pra ela, porém ela só receberá após solucionar um mistério e fica a critério dela aceitar ou não a herança.
A nossa detetive não sabe muita coisa sobre o Sr. Rafiel somente que era um homem muito rico e estava acometido por uma doença que o deixou inválido. Eles não tiveram uma relação de amizade, somente trabalharam em parceria para evitar um crime nas Antilhas.Miss Marple não compreendeu o porquê dele tê-la escolhida. A carta que ele deixou com instruções também não era esclarecedora, somente citava quando se conheceram e que acreditava que Miss Marple tinha uma espécie de faro para o crime e assim garantir que a justiça acontecesse.
“Nosso nome de código, minha cara senhora, é Nêmesis.”
Quando conheceu o Sr. Rafiel a nossa detetive se apresentou como Nêmesis e isso também é citado na carta. Nêmesis é uma deusa da mitologia grega que representa a vigança divina. Ela é muitas vezes ilustrada com asas, carregando uma espada e uma ampulheta. A espada representa a justiça e a ampulheta indica que justiça ocorrerá, pode demorar mas não irá falhar. Por fim, ele encerra a carta com uma citação bíblica:
“Que a Justiça corra como as águas e o bem como um caudaloso rio.”
Tudo o que Miss Marple sabe é que a justiça precisa ser feita e movida pela curiosidade ela aceita o caso, mesmo sem saber qual é o mistério e nem ao menos por onde começar. Até mesmo os advogados não questionam se não seria uma brincadeira de mal gosto do falecido. Após algumas semanas ela recebe uma segunda carta do Sr. Rafiel avisando-a que uma agência de turismo irá entrar em contato, ele havia deixado pago uma excursão pelas Casas e Jardins Célebres da Grã-Bretanha. Miss Marple embarca então nessa viagem onde aos poucos se aproximará do mistério que precisa solucionar.
Eu achei esse livro muito bom, Miss Marple não precisa só solucionar um crime, ela precisa descobrir qual crime solucionar. E essa mistura de suspense sobre o suspense é que guia a história e deixa-a bem interessante. Até achei Miss Marple divertida nesse livro, me peguei rindo em algumas partes e questionando em outras como uma senhora frágil e com reumatismos é capaz de tantas coisas. Li algumas resenhas antes de iniciar a leitura que falavam que o livro era previsível, em algumas partes sim, mas achei o final sensacional e isso não abalou meu julgamento do livro. O início do livro é um pouco lento, mas no momento que pega embalo é impossível parar de lê-lo. Eu recomendo a leitura para quem gosta de suspense e da rainha do crime.
Essa leitura não é bem uma continuação de “Mistério no Caribe” é perfeitamente possível compreender o livro sem realizar a leitura prévia dele. Eu ainda não li esse livro e foi possível compreender bem o livro, posteriormente pretendo lê-lo para conhecer melhor a história de como o Sr. Rafiel e a nossa querida Miss Marple se conheceram.
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Aleph

Resenha: Segunda Fundação

26 fevereiro

Então vamos falar sobre o livro Segunda Fundação que na minha opinião é o melhor dos três livros do box. Lembrando que se você ainda não leu os outros dois volumes da triologia Fundação eu não recomendo a leitura dessa resenha.
Hari Seldon foi um psico-historiador (um cientista social) que através de cálculos matemáticos percebeu que o grande Império Galáctico estava com os seus dias contados, era impossível impedir essa queda, mas os anos de trevas que sucederiam a queda poderiam ser reduzidos de trinta mil anos para apenas mil anos. Criou assim um plano que iria conduzir esses mil anos para o renascimento de um novo Império, para isso estabeleceu duas Fundações uma em Terminus composta por cientistas físicos e outra na extremidade oposta da galáxia composta por cientistas Social.
O foco do primeiro livro é exclusivamente na primeira Fundação, na verdade nem chega a mencionar a existência de uma segunda. Os primeiros homens a governar a Fundação interpretam o plano de Seldon e possibilitam que o mesmo siga em frente. A ciência e a tecnologia são aprimoradas e usadas a favor da Fundação afinal sua população é composta de cientistas, com isso acaba criando a ideia de invencibilidade e que o Plano de Seldon é superior a tudo.
No segundo livro a estrutura social e econômica da Fundação sofre uma transformação e já não existe mais a criatividade e o vigor dos primeiros anos da mesma. Ainda assim, na ultima batalha travada contra o Império (comandados pelo general Bel Riose) a Fundação sai vitoriosa. Alguns anos depois eis que mais uma vez a estrutura política da Fundação muda, já não existe mais as eleições para prefeito e o cargo é passado como herança e é na terceira geração de prefeitos Indbur que surge o mutante que se chama Mulo, uma ameaça que nem mesmo Seldon foi capaz de prever e acaba abalando a estabilidade do governo regente. O Mulo acaba derrotando a Fundação e inicia sua busca incansável pela Segunda Fundação e ao final do segundo livro, prestes a descobrir sua localização é detido por Bayta Darrel, por quem teve uma forte afeição.
O mutante não é de desistir facilmente e é no terceiro livro que ele irá continuar a sua busca. O Capitão Han Pritcher é usado para esses fins, ele nos foi apresentado no segundo livro e realizou uma tentativa de matar o Mulo, sem sucesso e foi submetido ao controle mental de seu inimigo. Ao lado de Bail Channis um “não convertido” eles vão em busca da segunda Fundação. O Capitão fica em dúvida do motivo que ele precisa trabalhar com Channis e se questiona várias vezes, ele mal consegue lembrar de como era antes do domínio mental do Mulo. Assim eles seguem para Finstrel (fim da estrela) onde seria a possível localização da segunda Fundação. As perguntas que nos guiam ao longo do terceiro livro são: se nem mesmo a psico-história de Seldon foi capaz de prever as mutações do Mulo qual será o destino da Fundação? E qual é o objetivo da Segunda Fundação que surpreendeu tanto Ebling Mis no final do segundo livro? Será que a Segunda Fundação está preparada para enfrentar essa ameaça? Quais são os planos e objetivos da Segunda Fundação?
A minha sensação ao encerrar o terceiro livro dessa coleção é de admiração, havia lido apenas um livro de Asimov e agora quero ler todos. As expressões que definem o terceiro livro são: Uau! Como assim? Quero mais. Que universo incrível Isaac Asimov criou, como a história é conduzida e como tudo se encaixa é surpreendente.
Observamos ao longo do livro semelhanças com histórias do nosso mundo, erros que se repetem ao longo dos anos, a forma como a ciência, a política e a economia caminham e as reações das grandes massas. Na psico-história não existe nenhuma fórmula matemática que é capaz de prever como um único indivíduo irá reagir a determinadas situação, o ser humano se for analisado de forma individual é imprevisível e para que o plano de Seldon desse certo era necessário considerar o comportamento das grandes massas. Existia então a necessidade de algo para guiar esse comportamento e é esse o papel do Plano Seldon. Seguir um plano não é uma tarefa fácil ainda mais quando tudo deve ser conduzido às escuras. Não posso falar muito para não ter spoilers, mas essa coleção já está entre os meus livros preferidos e pretendo em breve comprar a sequência de quatro livros que Isaac escreveu alguns anos depois para complementar a triologia.

Rolam boatos que a HBO irá produzir uma série da Fundação dirigida por Jonathan Nolan. Alguns anos atrás já cogitaram em produzir filmes e até mesmo a Sony comprou os direitos autorais, mas as produções não saíram do papel. Vamos torcer para que dessa vez a produção aconteça e esperar o melhor da HBO. 
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Resenha

Resenha: Antes que aconteça

24 fevereiro

Antes que aconteça é a continuação do livro Depois do que aconteceu (Resenha), a autora Juliana Parrini escreveu uma sequência eletrizante, aumentando nossa curiosidade. Se você ainda não leu o primeiro volume da série recomendo que não leia essa resenha.
O livro é narrado de forma alternada pelos protagonistas da história (Isabel, Daniel e Alex) e isso nos ajuda a compreender melhor os personagens. Isabel está mais forte, decidida e pronta para seguir em frente. Alex já não consegue ficar longe de sua amada e está decidido a reconquistá-la. Daniel segue apaixonado por Isabel, mas sua confiança é abalada pela volta de Alex.
Nesse livro ficamos divididos entre dois tipos de amor. Por um lado tem o sentimento terno de Isabel para com Alex, um amor construído pelo tempo, pela amizade e companheirismo. Por outro lado temos Daniel e Isabel um amor cheio de paixão, envolto por uma grande atração física e que foi capaz de salvar Isabel dos tempos de depressão após a grande decepção com Alex. E é esse triângulo amoroso que guia a história no segundo livro.
Isabel e Daniel vivem uma fase boa, estão noivos e tudo parece está no seu devido lugar. O que eles não esperavam era que o passado iria bater na porta deles. A volta de Alex acaba abalando o relacionamento de Isabel e Daniel. Será que Isabel está preparada para esse reencontro? Será que Daniel irá compreender essa volta? Será que Alex está realmente pronto para encarar Isabel? Qual será a escolha de Isabel? São as perguntas que nos guiam ao longo do livro.
Ao encerrar a leitura do primeiro livro fiquei extremamente curiosa para saber o que viria na sequência. A leitura do segundo volume foi rápida e me prendeu. Os acontecimentos que guiam o livro são eletrizantes, cada capítulo uma emoção nova. Um fato bem legal é que a autora inseriu ao longo do livro trechos de músicas, a trilha sonora escolhida é muito boa e vale a pena ouvir quando são citadas, é uma marca da autora em ambos livros.
Eu gostei muito do segundo livro, achei ele melhor que o primeiro, temos um amadurecimento dos personagens, uma nova percepção de quão difícil foi tanto para Alex quanto para Isabel seguir em frente. O clímax da história é justamente esse triângulo, a bagagem que vem do passado e o peso das escolhas feitas. O livro é carregado de fortes emoções e de momentos de tensão do início ao fim.
Enfim, recomendo a leitura dos dois livros para quem gosta de histórias de romances. Além do triângulo amoroso quebra tabus ao falar da esquizofrenia, é uma história de superação e coragem. Alex tem a sua vida mudada da noite para o dia quando é diagnosticado com esquizofrenia e seguir em frente é uma luta diária, ele acabou afastando a pessoa que mais amava da sua vida e é um fardo que ele carrega ao longo de todo o livro. Além disso, existem muitos preconceitos sobre pessoas que sofrem de doenças mentais. Não é possível mudar o passado, mas o futuro pode ser totalmente diferente. Vale a reflexão!
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Séries

Séries: Fuller House

22 fevereiro

Quem não se lembra de “Full House” ou como ficou conhecida no Brasil “Três é demais”? Essa série com certeza marcou a infância de muitas pessoas. Além de ter consagrado as famosas gêmeas Olsen.  Foram oito temporadas produzidas pela emissora ABC de 22 de setembro de 1987 até 23 de maio de 1995.
Poster da primeira temporada [Disponível em: Movie Poster Shop]

A série retrata a vida da família de Danny Tanner que após a morte de sua esposa fica responsável por criar três meninas (DJ, Stephanie e Michelle) e para ajudar ele chama o seu cunhando Jesse e seu melhor amigo Joey. Entre várias confusões eles mostram como a família é unida.
A grande novidade é que no dia 26 de fevereiro, sexta-feira, o Netflix irá disponibilizar 13 episódios de uma nova temporada, agora com o nome de Fuller House. Vinte anos após a última temporada o elenco original (exceto as gêmeas Olsen) se reuniu para gravar esse presentinho para os fãs. 
Confiram o trailer oficial que o Netflix divulgou:
Quem mais está ansioso(a) por essa estréia? Eu não vou perder!
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Planeta

Resenha: Entre Dois Amores

21 fevereiro

Estava procurando por um livro mais adolescente e ao ler a sinopse de Entre Dois Amores, não pensei duas vezes e comecei a ler, a história é muito fofa e ler esse livro me fez relembrar também meus momentos da adolescência que é uma das melhores fases da vida.
Helô Martinez é uma garota de 16 anos, que cursa o ensino médio e tem dois grandes amores: garotos e moda. Ela sempre está apaixonada por alguém ou sempre procurando um modelo de roupa para copiar e transformar em um novo look incrível para postar em seu blog. Porém, ela está com dificuldades em português, e como o seu professor não a deixa em paz para estudar, sua mãe contrata o seu vizinho Rodolfo César que vai ensinar Helô a estudar português através da literatura, mesmo sabendo que ela detesta ler.
 Helô não aceita a ideia de sua mãe, pois para ela é um absurdo que Rodolfo, o garoto “melequento” a ensine quando na verdade ela não consegue nem se imaginar perto dele. No primeiro dia de aula, apesar de Helô demonstrar de todas as formas que não está disposta a aprender, Rodolfo se mostra indiferente às atitudes da garota, e não vai ceder tão facilmente, enquanto ela não aprender a matéria. Apesar de Helô ser contrária a ideia de estudar português, já que sua intenção é estudar moda, ela não aceita a ideia de sua mãe, mas ou é passar de ano ou ficar sem a máquina de costura...
 O livro Entre Dois Amores vem trazendo uma história super fofa que fica difícil não se identificar com alguns dos personagens. Além do César Rodolfo se mostrar um professor bem criativo, ele também estuda direito e é apaixonado pelas leis assim como o pai de Helô. A Amanda e a Marina, também vão se revelando ao longo da história. Grandes amigas, com aventuras, confusões, traições, que me transportaram para dentro do livro. A mãe da Helô também não ficou para trás, ela faz comentários muito interessantes no decorrer da história que muitas vezes me fizeram sorrir.
Apesar da história ser muito boa, e ter momentos bem divertidos, não gostei muito da Helô. Achei ela um pouco mimada e fiquei irritada com algumas atitudes dela. Mesmo que a partir das experiências, ela vai se tornando mais madura e compreendendo muitas coisas que aconteceram no passado, segredos vão se revelando, achei que isso demorou muito para acontecer. Apesar de não ter simpatizado com a Helô foi possível ver o outro lado que não havia visto: uma garota cheia de sonhos, mas também de medos.
O livro é um romance bem adolescente que tem um pouco de tudo do mundo adolescente, com personagens maravilhosos como o César Rodolfo que me conquistou desde o primeiro instante e também a questão da maturidade que ficou bem clara na maioria dos personagens da história. Então, se você procura um romance fofo, esse é a escolha certa com certeza.
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Charme

Resenha: Uma Proposta Sedutora

18 fevereiro

      Já tinha algum tempo que eu estava com vontade ler esse livro depois de ouvir comentários muito bons a respeito dele. Esse é o primeiro da trilogia The Plus One Chronicles que traz uma história sensual com um pouco de suspense. Esse primeiro livro foi bem curto e li em um dia bem curiosa quanto ao conteúdo da história.
 Kat Thayne é dona de uma confeitaria e uma mulher determinada a vencer na vida com sua confeitaria desde que nunca foi a filha que os pais sonharam, pelo contrário, apesar de ser independente, sofre por se sentir insegura e por não ter correspondido a expectativa dos pais.
Sloane Michaels é um ex-lutador de UFC, milionário, extremante protetor, com um passado que o assombra e ele quer vingança.
 Kat estava trabalhando em uma festa quando encontra com Sloane Michaels, quando de todas as pessoas ali reunidas, ele vai até ela para perguntar se já se conhecem, mas Kat nega. Inicialmente, ela tenta manter-se afastada dele, mas Sloane quer se aproximar dela de qualquer forma. Quando Kat sai da festa com seu melhor amigo Kellen, ambos são atacados por bandidos que a fazem reviver um pânico sofrido há muito tempo atrás, mas Sloane a salva e logo depois eles se encontram em um hospital em que Kellen foi internado.
Ao ver a insegurança e o pânico de Kat, Sloane faz uma proposta a ela: durante um tempo ficarão juntos sem compromisso e ele a ajudará a se defender, ensinando-a como se proteger em situações de risco.
 Apesar de inicialmente aparentar ser um livro clichê, ele apresenta situações inesperadas vividas pelos personagens da história que formam o grande mistério do livro. Apesar de ficar curiosa com o que pode ter acontecido no passado de ambos, em alguns momentos tive dificuldade com a leitura. Eu esperava um pouco mais, mas o clichê da proposta apresentada, a dependência da Kat em relação ao Sloane que só conseguia se defender estando com ele por perto foram os pontos que poderiam ter sido mais elaborados na história.
Então, caso você curta livros eróticos com um pouco de suspense, essa é uma leitura recomendada. O primeiro livro é mais a história de vida dos personagens, gira muito em torno das poucas lembranças de Kat, então ocorrem mais insinuações. Mas se você curte trilogia com livros curtos, esse é um livro para você.

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Gutenberg

Resenha: Então, Conheci Minha Irmã

16 fevereiro


        Eu estava bem empolgada para ler esse livro pelo fato de trazer um tema que amo que é a família. Apesar de ser um livro com uma narração adolescente, ele se aprofunda em temas bastante comuns da vida cotidiana. E é impossível parar de ler, fazendo cada momento valer a pena.
Summer está perto de completar 17 anos e tudo o que ela fez durante sua vida foi tentar ser o oposto de sua irmã Shannon que faleceu antes dela nascer. Ao contrário de Shannon, Summer é rebelde, não tira boas notas na escola e não está nem aí para o que os outros pensam. Apesar de sua mãe Susanne tentar controlá-la para que seja diferente e faça o último ano da melhor maneira possível para que Summer estude em uma boa faculdade, isso não está nos planos dela.  Ela insiste em continuar sendo o oposto de tudo que sua mãe gostaria que ela fosse. Já o seu pai, apesar de estar presente em casa, Summer só mantém conversas superficiais com ele. Em casa, é sua mãe quem decide tudo.
Seu melhor amigo é Gibs, um garoto muito inteligente e compreensivo, e juntos trocam muitas confissões.
No aniversário de 17 anos, Summer vai trabalhar na floricultura de sua tia Nicole e recebe o diário de Shannon, que foi escrito no último verão antes dela morrer. Apesar de ficar em dúvida se o leria ou não, Summer assume o risco e aos poucos vai descobrindo que sua irmã não é exatamente como sua mãe sempre disse que ela fosse. As coisas ali descritas não condizem com a imagem que a ela sempre foi apresentada. E a partir desse diário que Summer conhecerá sua verdadeira irmã, não só a imagem daquela menina doce, mas também da adolescente que teve fases, sonhos e dias ruins, além de muitos segredos de sua própria família.
Então, conheci minha irmã é um livro comovente sobre a família. Apesar de abordar outros temas, esse foi destacado no livro. Maravilhoso, sem ser cansativo e ao mesmo tempo reflexivo.
Em alguns momentos durante a leitura, senti o coração apertado pelos problemas de Summer com a sua família. É impossível não se encantar com esse livro, com as descobertas de Summer, a amizade entre ela e Gibs, a relação difícil com  a sua família,
 Portanto, se você procura um livro comovente, com uma história de família cheia de erros e acertos, com certeza esse livro é indicado para você!
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Aleph

Resenha: Fundação e Império

13 fevereiro


A sensação que tenho ao encerrar a leitura do Segundo volume da triologia da Fundação é de surpresa, que livro sensacional. Não esperava menos, estou lendo os livros com uma grande expectativa por ser considerada a obra prima de Isaac Asimov e estou gostando cada vez mais. Aliás, desde que li As cavernas de aço já sou fã do autor e quero ler todos os livros dele.
O livro é dividido em duas partes, na primeira parte relata a última guerra travada contra o que restou do Império e a segunda parte as ameaças internas da própria fundação. Nesse livro também temos uma informação nova, Hari Seldon estabeleceu duas fundações, uma em Terminus e outra em uma extremidade desconhecida da galáxia. A primeira Fundação já não é a mesma dos tempos de Hardin e Mallow, sua estabilidade e ousadia estão abaladas. O Império por sua vez sobrevive dos restos dos tempos de glória, cada vez perde mais o seu domínio em outros mundos e já não possui avanços tecnológicos. O ultimo imperador forte foi o Cleon II, acometido por uma doença grave não diagnosticada ele ficou mais conhecido na história pela sua relação com o jovem general Bel Riose.
Riose foi o responsável pelo ultimo ataque a Fundação realizado pelo Império. Sua motivação para o ataque foi quando conheceu um pouco mais sobre a história através de sua busca por “magos”. Ducem Barr (filho de Onum Barr) foi quem informou ao general sobre a história da Fundação, as previsões de Hari Seldon e o alertou que não seria possível derrotar a mesma. Ainda assim realizou suas investidas contra a Fundação e junto com o ambicioso Lorde Bodrig conseguiu reforços para ganhar algumas batalhas, dando início a mais uma crise Seldon.
Após a ultima guerra a estrutura política da Fundação sofre transformações e fica cada vez mais parecida com o antigo Império. O prefeito Indbur (o terceiro com esse nome) foi o segundo a herdar a prefeitura, seu avô ficara conhecido por ser brutal, competente, estabelecer o fim das eleições livres e manter um governo pacifico. Seu pai por sua vez já não apresentava nem a metade das características de seu avô e ele era totalmente inferior aos dois.
Durante as duas últimas crises os membros da Fundação negligenciaram as mensagens de Seldon que eram exibidas no cofre da cidade, mas na segunda parte do livro o psicólogo Ebling Mis através de cálculos prevê que a próxima mensagem será exibida em breve e alerta o prefeito que fica incrédulo até um certo ponto. Os comerciantes independentes planejam um ataque a Fundação, porém uma ameaça maior os detém, o Mulo vem conquistando cada vez mais território, ampliando assim o seu poder. Logo a ameaça chega a Fundação, e então questionamos pela primeira vez as previsões de Seldon, será que a Fundação é mesmo invencível? Será que essa crise será superada?
Durante um certo ponto do livro fiquei um pouco desanimada, mas logo me surpreendi com o desfecho e com as proporções que alguns personagens ganham ao longo da história. Estou gostando cada vez mais dessa coleção e já estou ansiosa para ler o terceiro livro.
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Aleph

Resenha: Fundação

11 fevereiro


Antes de falar sobre o livro Fundação é preciso mencionar alguns dados importantes sobre a coleção que faz parte. A trilogia Fundação foi escrita no período de 1942 a 1953, é uma space opera, ou seja, uma novela que é ambientada no espaço. Ao longo da leitura é possível observar alguns elementos similares com as histórias de faroeste e as aventuras marítimas de piratas. Além disso foi inspirado no livro A história do declínio e queda do império romano (Edward Gibbon), logo não é uma história de glória e exaltação.
A trilogia ganhou o prêmio Hugo especial como a melhor série de ficção científica e fantasia de todos os tempos em 1966, superando até mesmo o Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien.  Outro fato interessante é que no ano de 1980 Isaac decidiu organizar todas as suas obras para que transcorressem em uma continuidade temporal, esse processo é conhecido como retcon (muito usado em HQs). Vários detalhes em suas histórias foram modificados tais como datas, atitudes de personagens, etc. Quase trinta anos depois do lançamento do último livro da trilogia Isaac Asimov deu continuação a sua obra escrevendo mais quatro livros sobre a fundação.
Após todas essas informações vamos falar sobre o primeiro livro da trilogia Fundação. O livro se divide em cinco partes, são elas:
Parte I: Os Psico-Historiadores
Parte II: Os enciclopedistas
Parte III: Os prefeitos
Parte IV: Os comerciantes
Parte V: Os príncipes mercadores
Cada parte se passa  em um tempo diferente e decorrem dois séculos somente no primeiro livro. A história começa por volta do ano de 12067, milhões de mundos são habitados por humanos e reinado pelo grande Império Galáctico. O psico-historiador Hari Seldon prevê a ruína desse império, que já estava em declínio e ninguém havia percebido até então. Após a queda se sucederiam mais de trinta mil anos de trevas. Era impossível impedir a queda, mas algo podia ser feito para reduzir os anos de trevas, tendo em vista isso Seldon elaborou um plano que deveria ser conduzido ao longo dos séculos pelos membros da Fundação. Convenceu então as autoridades do império o estabelecimento de um exílio para sua comunidade acadêmica a fim de que escrevessem a Enciclopédia galáctica, que iria manter viva a história do império. E assim o planeta de Terminus (o mais distante da capital do império) foi habitado pela Fundação.
A população da Fundação deveria agir as cegas, sem o conhecimento de muitas variáveis e isso era imprescindível para que o plano de Hari Seldon desse certo. O psico-historiador deixou algumas mensagens gravadas e programadas para serem exibidas após grandes crises, que mais tarde passaram a ser chamadas crises Seldon. A primeira mensagem foi exibida cinquenta anos após a habitação de Terminus, a partir desse momento pouco a pouco a enciclopédia foi ficando em segundo plano e uma nova ordem social e econômica começou a surgir.
Por ser uma comunidade composta por cientistas facilmente dominaram a energia nuclear, desenvolvendo artefatos que nem mesmo o grande império tinha disponível, enquanto os outros planetas caminham cada vez mais para as formas rudimentares de produção de energia. Através de acordos com outros mundos a Fundação se mantém estável e vai aumentando cada vez mais o seu controle ora pela fé na ciência ora pelo comercio.
É impossível iniciar a leitura sem uma expectativa prévia afinal é a maior obra do autor. Achei o livro muito bom, tem uma narrativa que prende do início ao fim. Inicialmente achei as lacunas de tempo entre uma parte e outra deixaram a leitura um pouco confusa, mas com o desenvolvimento da história vamos descobrindo aos poucos os planos de Hari Seldon assim como a população da Fundação. Eu senti falta da presença feminina no livro por ser uma obra futurista, todos os líderes e personagens que aparecem ao longo da história são do sexo masculino. Porém, não afetou o meu julgamento do livro e classificando-o com cinco estrelas.
Enfim, recomendo a leitura e indico para todos que gostam de ficção cientifica, o livro não deixa a desejar. Em breve a resenha do segundo livro!
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Resenha

Resenha: Depois do que aconteceu

09 fevereiro

O livro Depois do que aconteceu escrito pela carioca Juliana Parrini marcou sua estréia na literatura e foi um enorme sucesso, logo conquistou milhares de leitores. Não tenho o costume de ler livros New Adult e embarquei nessa leitura a fim de conhecer melhor o gênero e confesso que já estou com vontade de ler a sua sequência Antes que aconteça.
Isabel passou um ano em depressão por causa de uma grande decepção amorosa. Alex foi o seu primeiro amor, seu primeiro namorado, seu melhor amigo e estavam noivos quando tudo aconteceu. O amor dos dois sempre fará parte da vida de Isabel e seguir em frente não será uma tarefa fácil.
A mãe de Isabel a abandonou quando ainda era criança e desde então foi criada pelo seu pai Pedro, o afeto entre os dois é grande e ao longo da história fica evidente o quanto eles se gostam.  Isabel cresceu em Petrópolis onde conheceu suas amigas inseparáveis as gêmeas Luci e Lua e também o grande amor de sua vida Alex. A medida que foram crescendo Alex e Isabel começaram a namorar e quando Isabel decidiu se mudar para o Rio de Janeiro para fazer a faculdade eles resolveram morar juntos.  Pedro acabou apoiando o relacionamento dos dois.
Alex em contrapartida de Isabel não possuía um bom relacionamento com seus pais que sempre foram distantes, eles obrigaram a tocar os negócios da família, além disso eram contra o relacionamento dele com Isabel. Os dois cursaram Administração, mas foi na fotografia que Isabel encontrou sua profissão, Alex por sua vez foi obrigado pelos pais a cursar a faculdade de direito.
Depois do que aconteceu no ano anterior Isabel se abateu e durante o ano que se seguiu viveu momentos muito difíceis. As gêmeas sempre estiveram presente em sua vida e a apoiaram durante todo o tempo que ela precisava, mas agora queriam que ela seguisse a vida, por isso a convencem a voltar a frequentar nas sextas-feiras o bar que sempre iam. Após essa noite decidida a retomar a sua vida no dia seguinte viaja com o seu pai pra São Paulo. Ela começa sua transformação a partir do visual e em seguida vai fotografar a Av. Paulista. Em meio a distração um “feliz”acidente acontece, o belo e atraente Daniel esbarra em Isabel e sua câmera acaba se quebrando. Decidido a comprar uma nova câmera para Isabel, convida-a para um encontro no dia seguinte e ela acaba cedendo. O encontro é perfeito e a atração entre os dois é inegável. Isabel agora tem a chance de prosseguir sua vida, mas não será um caminho fácil, ela terá que enfrentar diversos obstáculos.
A leitura do livro é bem tranquila, sua linguagem é simples e possui elementos bem atuais, o que permite uma aproximação maior com o público jovem atual. Quando a história começa a se desenvolver há uma sucessão de fatos que prendem a sua atenção e instigam a sua curiosidade. A história é guiada pela pergunta recorrente o que de fato aconteceu entre Isabel e Alex? Enfim, recomendo a leitura para as pessoas que gostam de romance, vale a pena!

Para acessar a resenha de Antes que Aconteça clique aqui.
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Resenha

Resenha: Sempre Foi Você

06 fevereiro

                
Eu estava com vontade de ler esse livro há algum tempo e depois de ler comentários maravilhosos sobre ele, arrisquei a leitura e simplesmente amei. Apesar de muitas vezes sentir um pouco de angústia durante a história, o livro é apaixonante e o amor entre Richard e Hanna é intenso e apesar das barreiras verdadeiro.
Hanna é uma jovem gótica de 17 anos que estava voltando para Londres para ficar com sua mãe Diana depois de um desentendimento com o seu pai e a sua madrasta.
Diana organizava a festa de réveillon dos Larsen e como algumas moças haviam faltado, Diana pede Hanna para ajudá-la. E foi durante a organização que Hanna conhece Richard Larsen, um garoto que a princípio foi visto por ela como "engomadinho", mas que aos poucos demonstra ser totalmente diferente do que ela imagina.
Hanna faz amizade inicialmente com Ruby, a irmã de Richard que não tem muitos amigos e que encontra em Hanna uma boa companhia. A partir desse momento Richard e Hanna passam a se conhecer e iniciam uma grande amizade com encontros e desencontros que marcam a vida dos dois durante anos.
Mais tarde surge um amor entre eles, mas com a distância fica difícil superar os obstáculos que aparecem ao longo do relacionamento. Aos poucos a vida de ambos vão mudando, amadurecendo, acompanhando o tempo que passa.
Sempre Foi Você é um livro  maravilhoso, marcado por amor, amizade, família, sendo o clichê apaixonante, mas ao mesmo tempo angustiante pelos desencontros ocorridos.
O livro é narrado em terceira pessoa, o que contribui para visualizar todos os personagens da trama. Tanto Richard quanto Hanna têm pais separados e todos eles tem um papel fundamental na vida dos dois.
Os capítulos se passam com uma diferença entre meses ou ano, com acontecimentos importantes que marcaram a história dos Estados Unidos, como o 11 de setembro que deixa muitas marcas na vida dos personagens. A minha única barreira durante a leitura do livro foi essa, já que os anos vão se passando rapidamente e momentos importantes da vida dos personagens também, mas a leitura permanece encantadora.
Enfim, recomendo o livro para todos aqueles que gostam de um bom clichê romântico e que acreditam no amor. Vale a pena a leitura!


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Filmes

Trailer Oficial: Como eu era antes de você

04 fevereiro

E por falar em livros que foram adaptados ao cinema hoje a Warner liberou o primeiro trailer do filme Como eu era antes de Você. Confiram o trailer:

E aí ansiosos por essa adaptação?
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Bertrand Brasil

Resenha: Sou Louca Por Você

03 fevereiro


Eu estava com vontade de ler esse livro há algum tempo. Apesar de não ler chick-lit tantas vezes como eu gostaria, é um dos meus gêneros favoritos. Então, quando vi alguns comentários positivos sobre ele, não pensei duas vezes e fui surpreendida pela leitura.
Monica tem 31 anos e é uma italiana que mora em Nova York e faz humor das situações mais desesperadas de sua vida. Ela tem um grande sonho de conhecer o autor J. D. Salinger de quem é grande fã.
Ela está solteira e não consegue esquecer David, um dos muitos relacionamentos frustrados que ela já teve. Ela divide um apartamento com Sandra, uma sensitiva que é muito próxima a ela e Mark, um gay muito bem humorado que sonha em adotar uma criança.
Monica trabalha numa antiga loja da cidade que está “caindo aos pedaços” e suporta duas solteironas revoltadas, apelidadas de Miss H e Miss V, que procuram descontar toda a frustração delas em Monica. Como se não bastasse, além de ser tratada da pior forma possível, ela suporta sua colega de trabalho Stella que se apresenta de forma provocadora, disposta  a fazer tudo para tornar a vida de Mônica ainda mais difícil.
Mas a vida de Monica está prestes a mudar. Há algum tempo ela está trabalhando no projeto de um livro que é bem interessante e mesmo sem saber se ele vai ou não fazer sucesso, sua concepção começa a mudar quando conhece alguém completamente diferente dos outros e que talvez pode ajudá-la na realização dos seus sonhos.
Sou Louca Por Você é um chick-lit leve, divertido e ao mesmo tempo reflexivo sobre a vida de uma mulher que sabe que já cresceu, mas em muitos momentos torna-se adolescente sem saber o caminho para o amadurecimento. E ao mesmo tempo, tem que encarar a realidade de frente e viver novas experiências que serão marcantes em sua vida. É o primeiro livro de uma trilogia que até o momento só tem dois publicados no Brasil.

Mas, se você quiser embarcar nessa experiência, eu recomendo! Um livro para quem acredita no amor e não perdeu as esperanças de encontrá-lo.


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L&PM Pocket

Resenha: Quando o Vento Sumiu

01 fevereiro


Eu estava procurando um livro um pouco diferente pra ler, e quando li a sinopse de Quando o Vento sumiu, não pensei duas vezes e comecei a ler o livro. Ele traz dois temas especiais: amizade e escolhas.
Quando o Vento Sumiu narra a história de três jovens amigos que formaram um grande laço de amizade: Suzan, Renato e Mateus.
A história se inicia na Alemanha, em que Suzan entra em uma cafeteria e reencontra Renato, muito tempo depois de não terem mais contato. Renato de imediato não reconhece a amiga, mas quando as lembranças voltam ambos relembram suas histórias.
Suzan, Renato e Mateus são melhores amigos que se conheceram no Ensino Médio. Desde então, eles estão sempre juntos. Eles estudam na Universidade da Guanabara, e é a partir desse fato que o livro vai se desenvolvendo.
Suzan é uma garota responsável, apaixonada pelo Renato, mas ele nunca percebeu os sentimentos dela. Ela sofre pressão por parte da sua mãe Helena, para ficar junto com ele, mas não sabe mais o que fazer para que ele a perceba. Ela estuda Turismo e tem o sonho de ter a sua própria agência de viagens.
Renato e Mateus cursam Engenharia Civil, e enquanto Renato só pensa em surfar e ficar com garotas, Mateus é completamente responsável e apaixonado por Suzan, mas como é muito tímido e sabe da paixão da amiga por Renato, não tem coragem de se declarar. Ao contrário de Renato que tem a vida ganha, por causa do pai que é dono de uma construtora civil famosa no Rio de Janeiro, Mateus tem que se esforçar para atingir seus objetivos, desde que seu pai foi preso obrigando tanto ele quanto a sua mãe Eulália a lutarem por uma vida digna. Mas ele fica muito feliz, quando Renato desiste de um estágio na construtora para ficar longe do seu pai que sempre estava “pegando no pé” dele oferendo a oportunidade ao Mateus que aceita de imediato.
Quando o Vento Sumiu, traz uma narrativa em terceira pessoa, que em muitos momentos lembra uma novela, por sua forma interessante de narrar a história. Apesar de focar muito na personagem Suzan, os outros personagens tem uma grande importância. Tanto os amigos quanto os pais tiveram espaço na história, até mesmo para dar mais veracidade aos conflitos que os personagens vão vivendo.
É impossível ler esse livro sem se lembrar das amizades, das pessoas que conhecemos ao longo do caminho. São tão reais que é como se você estivesse lendo uma história de alguém que você conhece.
Enfim, Quando o Vento Sumiu é um livro maravilhoso, que faz pensarmos em nossas atitudes e ao mesmo tempo nas consequências de nossas escolhas. Os diversos acontecimentos vão fazendo com que os personagens criem mais maturidade, e também encarem os obstáculos de frente. Um livro maravilhoso, que apesar de ser o primeiro que li da autora entrou para a minha lista de favoritos. Então, não deixe de ler essa história, que é sobre amizade, amor, mas também sobre as nossas escolhas. 


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